terça-feira, 23 de novembro de 2010
Trollagem sobre trolls
Encomendei o game Gran Turismo 5 por meio de um site gringo (ShopTo - que eu ainda não recomendo, estou esperando chegar aqui para comentar algo) e estou em uma ansiedade tremenda para jogá-lo. Por tudo isso, estou pesquisando informações sobre o título em fóruns (no caso, UOL Jogos e Outerspace) e reparei em uma coisa: o mundo é dominado pelos trolls.
Como bom fã do Guns N' Roses atual (quem me conhece sabe o quanto eu gosto do Chinese Democracy), sei bem o que é isso. Também chamado de haters, são pessoas que dedicam o seu precioso tempo apenas a falar mal de alguma coisa. Seja o Axl, seja um guitarrista da banda nova, seja do GT5. No caso do GNR, os locais preferidos são fóruns, redes sociais (antigamente o Orkut, hoje o Facebook) e YouTube.
É difícil para mim conceber como pode alguém se divertir procurando confronto com pessoas de opiniões diferentes. O princípio é sempre o mesmo: provocar o "oponente" e depois simplesmente ignorar argumentos contrários. É como um comportamento psicótico de quem só tem prazer ao irritar os outros. Por isso são chamados de trolls - ou seja, os ogros que só vivem para causar o terror nas vilas medievais.
O Tiago Leifert (aquele mesmo, do Globo Esporte) disse uma vez que a melhor coisa é ignorá-los. Eu não concordo - acho que deveriam ser exterminados. Sim, fazer uma desratização da internet. Como? Adotando sistemas de votações que pudessem banir os usuários mais delatados como trolls. Sim, eu sei que não dá para fazer isso sempre, mas uma política mais rigorosa contra a má conduta na web poderia ao menos ajudar a previnir mais casos.
Em tempo: trolls sabem bem que nada é perfeito, nada vai agradar a todos. Por isso mesmo não adianta utilizar argumentos; eles simplesmente não querem dar atenção e não acreditam em fatos ou senso comum. Não tão chocante, isso lembra muito os psicopatas e nada melhor do que a internet para dar vazão aos instintos raivosos.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Internet Banking: melhor do que um DeLorean?
Estava eu tentando resolver assuntos bancários pela internet quando me deparei com uma constatação: estamos em 1996. Sim, é a única explicação que eu tenho para entender como as instituições financeiras brasileiras insistem em soluções tão pouco práticas e canhestras.
Utilizar o internet banking do Bradesco, por exemplo, é quase como entrar em uma DeLorean e atingir as 88 mp/h. Se o acesso de uma conta para pessoa física é passável, o de empresas (pessoa jurídica, ou apenas PJ) é basicamente BURRO.
Você odeia o Bill Gates e possui um Macintosh ou algo rodando Linux em casa? Melhor se mudar para uma casa próxima a uma agência do Bradesco, pois será a única forma de movimentar alguma coisa em sua conta corrente. O banco nos agracia com a obrigatoriedade de utilizar alguma versão do Windows. Não só: jogue fora seu Firefox e Chrome, pois o único navegador aceito é o Internet Explorer. E se você ousou baixar a beta do IE9, só roda em modo de compatibilidade e olhe lá.
Mesmo que você consiga entrar na sua conta, os problemas não acabaram. A interface é bem século 20, com menus agrupados de forma pouco inteligente (fazer transferências com uma conta PJ é a coisa mais natural do mundo, mas é preciso ao menos 5 clickes para chegar na opção) e o melhor: pop-ups às pampas. A cada operação nova, o Internet Explorer se reproduz. Levaram a sério aquele ditado auto-ajuda sobre quando uma porta se fecha, uma janela se abre...
É estranho que uma empresa que investe em aplicativos para iPhone (uma parcela bem pequena da população brasileira) não se preste a colocar suporte para outras plataformas que não sejam da Microsoft. Isso sem falar no arquivo de segurança que, junto com o tolken, podem simplesmente ser utilizados em qualquer computador não-cadastrado. Não creio que seja muito seguro liberar o acesso dessa forma, ainda mais quando não é preciso sequer colocar agência e número da conta.
Tá ruim, mas tá bom
O Banco Real também merece ser lembrado. É preciso tantas senhas que qualquer ser humano vai acabar anotando isso em algum lugar. E aí toda a segurança vai por água abaixo... Mas não espere que seja possível abrir uma conta e sair utilizando o internet banking - é preciso muita punhetagem com atendentes de call center. Pior é que nem sempre possuem treinamento suficiente para auxiliá-lo caso haja alguma dúvida mais complexa. Experimente trocar de computador em casa e pergunte a eles se há algum problema. A cada ligação, uma resposta diferente.
Dos testados, até o momento, o Banco do Brasil foi o mais simpático. Ao menos como PF, já que o processo de abertura de uma conta PJ é mais complicado do que arranjar emprego para ex-presidiário.
Enfim, o BB traz uma interface amigável, com algumas soluções simples de segurança mas que são geralmente eficazes. Apenas a liberação de computadores via celulares é que peca (para quê ter que liberar duas vezes o mesmo computador quando se tem uma conta conjunta?), mas ao menos isso pode ser feito num caixa eletrônico.
Me disseram que o internet banking do Itaú é bom. Eu desconfio de bancos que vivem falando que são conectados e "do futuro" apenas por colocarem uma propaganda de realidade aumentada no miolo da Veja, mas....
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Jogue Sonic 4 e... tenha saudades do Mega Drive
| Foto: Joystiq.com |
Claro que já. A fase é uma variação pouco inspirada da clássica Green Hil Zone, do Sonic 1 para o Mega Drive. A diferença de ter gráficos em Full HD e criados com polígonos acaba deixando o jogo ainda mais esquisito - como a jogabilidade é muito parecida com o da era 16 bits, é fácil se estranhar com os movimentos robóticos do bonequinho azul.
Aliás, o design do Sonic atual está "radical" demais para o meu gosto. Muito "vamos agradar os pré-adolescentes que acham que ele é cool". Quando ele tinha um aspecto mais amigável (com cabeça e olhos maiores), trazia maior empatia. E a animação dos sprites era muito bem feita, dando personagem ao psicótico animal que sofre de ansiedade e precisa ir aos lugares correndo.
Não é o caso agora. Quando ele começa a correr, parece que ele está andando por um tempo. E o ataque dele em forma de bola está legal, mas o pulo duplo é passar açúcar ou adoçante na papaya, tirando muito do desafio do jogo. Outra coisa que desagradou é o spin dash, que agora não serve mais para ganhar velocidade de forma segura em uma ladeira, looping ou algo que o acelere.
É um pouco triste pensar que a Sega pode acabar prejudicando o Sonic ainda mais com tantos jogos abaixo da média. E se ninguém mais comprar, ele vai acabar caindo no esquecimento da mesma forma que a empresa japonesa fez com o finado Alex Kidd, que proporcionou ótimos games no Master System.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Obama tá roubando - no NBA Jam
As pessoas dizem que a Fox News é meio como a Veja da TV norte-americana. Bom, de qualquer forma, as denúncias são equivalentes, embora o canal de notícias dos Estados Unidos consiga mais humor involuntário do que revolta. Foi o que aconteceu com essa grande pérola do jornalismo, que pergunta ao telespectador se não há um favorecimento aos republicanos na versão de NBA Jam para o Nintendo Wii.
Cuma? É que o game permite que se jogue basquete com políticos como Barack Obama e Sarah Palin. E parece que o presidente dos EUA possui mais habilidades do que os adversários nas quadras. Detalhe: todo o conceito de gravidade, física e realidade passa longe de NBA Jam, um revival de um clássico dos fliperamas de consoles de 16 bits dos anos 90.
Entrevistado pela Fox News, Peter Moore, presidente da produtora EA Sports foi forçado a explicar o porquê do desnível a favor do atual líder norte-americano. O cara simplesmente argumentou que o Obama da vida real realmente joga basquete e bom... ele É o presidente vitorioso nas últimas eleições, não é? Quer mais o quê?
Via Switched
Microfone é o sonho (molhado) dos bootlegers
Sabe o que é um bootleg? É aquela gravação (em vídeo ou áudio) de um show com câmera ou gravador de forma amadora. Com a popularização do YouTube e de celulares e máquinas digitais com câmeras e microfones de qualidade, basicamente todos podem ser agora um bootleger em potencial. Mas ainda há problemas, como ter que achar um lugar onde o som esteja bem audível e evitar que o público atrapalhe a gravação com gritos, conversas paralelas e cantorias desafinadas.
Tudo isso agora pode ser evitado com este novo tipo de microfone chamado AudioScope. Parece um disco voador, mas é na verdade uma câmera no meio com vários microfones distribuídos simetricamente para captar diferentes variações de ondas sonoras. Isso significa que é possível "focar" em algum ponto para se escutar somente aquilo, e não o ruído em volta. Por exemplo, daria para evitar esse cara cantando junto com o Axl Rose:
Claro que o tamanho do disco é proibitivo, ainda mais se levar em consideração que a maioria dos shows não permite câmeras *oficialmente*. Mas que seria legal poder utilizar um equipamento desses para bootlegs, seria. Mas a utilidade maior dele parece ser transmissões esportivas - confira abaixo como um jogo de basquete da NBA pode ter detalhes revelados pelo AudioScope.
Via Engadget
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
PPP: Pior do que Photoshop na Playboy
E você achando que o Photoshop nas revistas de mulher pelada era o fim do mundo... Logo sucedido pelo AutoTunes (que deixa qualquer cantor de churrascaria afinado), o programa revolucionou o tratamento de imagens e proporcionou a criação de um excelente blog. Mas o próximo passo era questão de tempo.
Agora isso já rola para vídeo, meu chapa! Depois do fiasco que foi a revelação de que Jessica Alba não estava realmente nua em
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Uma declaração de amor às baterias
| Já esse cara não curte muito... |
Antigamente, quando chovia muito e faltava luz (sim, estamos no Brasil!), não tinha muito para onde eu correr. Se eu estivesse em casa e fosse à noite, fatalmente eu acabaria pegando o violão e tocando Rocket Queen pela enésima vez. Por isso, eu agradeço a Deus pelas baterias nos equipamentos de hoje em dia.
Assim, é claro que existiam portáteis antigamente. Mas convenhamos que não era muito divertido ficar brincando com uma calculadora por mais de 30 segundos. E mesmo brinquedos eletrônicos sofriam com o consumo voraz das pilhas gordinhas que esvaziavam tão rápido quanto a carteira da minha mãe para bancar isso.
Lembro do blackout nacional de alguns meses atrás. Fiquei escutando a rádio e checando o Twitter furiosamente para descobrir o que houve - tudo graças à internet do meu celular. Claro, nem todos têm acesso à banda 3G, claro, mas tê-la quando o Wi-Fi já não rola mais é bem reconfortante.
E mesmo quando não se quer navegar, sempre há um tempinho para uma jogatina de Gran Turismo no PSP ou algum joguinho de física no celular. :)
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Novo tablet-BlackBerry é anunciado - e o iPad?
Se você pensava duas vezes antes de comprar um iPad, acaba de ganhar mais uma razão. A Research In Motion (conhecida como RIM) anunciou hoje um tablet para concorrer com o oponente da Apple, mas com especificações bem melhores. Mas vale a pena?
Primeiro, se você acha que nem um iPad vale a pena e que não passa de um brinquedo caro, melhor parar por aqui logo. O tablet tem sua utilidade e, principalmente, um monte de usuário satisfeito com suas funções de entretenimento; doravante consideremos sua relevância (adoro termos jurídicos).
Continua lendo? Beleza, vamos ao aparelho: o tablet se chamará PlayBook e trará um processador de núcleo duplo com 1 GHz, 1 GB de memória RAM e tela sensível ao toque de 7 polegadas. Mas a grande atração é a possibilide de reproduzir vídeos em Full HD (1080p) por meio de sua saída HDMI. O iPad não possui tal capacidade (embora consiga aguentar vídeos nessa resolução).
No entanto, Steve Jobs implementou a genial ideia de aproveitar todo o catálogo de aplicativos já disponíveis para o iPhone - e não são poucos. E isso inclui games - nicho que a RIM quer aproveitar, como já declarou Mike Lazaridis na apresentação do PlayBook.
Fora isso, o iPad ficará bem desatualizado comparado ao BlackBerry de colo principalmente por conta da total compatibilidade com a tecnologia Flash, Mobile AIR e Reader da Adobe, além do POSIX, OpenGL (importante para gráficos em games) e Java. Ao menos até a próxima atualização do tablet da Apple, que deverá acontecer em fevereiro (se não antes), que deverá trazer câmera HD e resolução Full HD (e nada de Flash, claro).
Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas... Tudo isso é muito bonito, mas a RIM só vai lançar o PlayBook (que sim, é um nome estúpido para tentar aliar games com office) "no começo de 2011". Até lá o novo iPad já criou mais hype e a HP já deverá apresentar seu tablet com o WebOS, da falida Palm. Ao menos, são mais opções para você considerar de acordo com sua necessidade/vontade.
Primeiro, se você acha que nem um iPad vale a pena e que não passa de um brinquedo caro, melhor parar por aqui logo. O tablet tem sua utilidade e, principalmente, um monte de usuário satisfeito com suas funções de entretenimento; doravante consideremos sua relevância (adoro termos jurídicos).
Continua lendo? Beleza, vamos ao aparelho: o tablet se chamará PlayBook e trará um processador de núcleo duplo com 1 GHz, 1 GB de memória RAM e tela sensível ao toque de 7 polegadas. Mas a grande atração é a possibilide de reproduzir vídeos em Full HD (1080p) por meio de sua saída HDMI. O iPad não possui tal capacidade (embora consiga aguentar vídeos nessa resolução).
No entanto, Steve Jobs implementou a genial ideia de aproveitar todo o catálogo de aplicativos já disponíveis para o iPhone - e não são poucos. E isso inclui games - nicho que a RIM quer aproveitar, como já declarou Mike Lazaridis na apresentação do PlayBook.
Fora isso, o iPad ficará bem desatualizado comparado ao BlackBerry de colo principalmente por conta da total compatibilidade com a tecnologia Flash, Mobile AIR e Reader da Adobe, além do POSIX, OpenGL (importante para gráficos em games) e Java. Ao menos até a próxima atualização do tablet da Apple, que deverá acontecer em fevereiro (se não antes), que deverá trazer câmera HD e resolução Full HD (e nada de Flash, claro).
Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas... Tudo isso é muito bonito, mas a RIM só vai lançar o PlayBook (que sim, é um nome estúpido para tentar aliar games com office) "no começo de 2011". Até lá o novo iPad já criou mais hype e a HP já deverá apresentar seu tablet com o WebOS, da falida Palm. Ao menos, são mais opções para você considerar de acordo com sua necessidade/vontade.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A época dos jogos perdidos
Eu tenho um trauma de adolescência: deixei de jogar videogame. Sabe como é, de repente apareceram outras coisas mais urgentes para mim na época. E assim foi até quando eu me mudei para São Paulo e comecei a trabalhar na mesma redação da finada revista EGM (agora é EGW), vendo jogos eletrônicos diariamente.
E aí eu comecei a recuperar o tempo perdido. Confesso que algumas franquias ainda são um mistério para mim, já que eu pulei do Mega Drive para o PlayStation 3 e PSP (será que sou fanboy da Sony? Pra mim é mais coincidência mesmo :P). Mas nunca deixei de lado meu gosto pelos games antigos, como o Sonic e Mario. Tanto que eu sou um ávido telespectador do canal do Classic Game Room no YouTube, um dos mais hilários e saudosistas produtores de vídeos sobre videogames.
Aqui uma palhinha, embora eu recomende que se tenha bom domínio do inglês:
De qualquer forma, sempre me mantive interessado nos jogos old-school, aproveitando para me inteirar mais com games da época que eu perdi. Agora os já clássicos Super Mario 64, Gran Turismo e até mesmo o God of War já estão na minha lista de favoritos de todos os tempos.
Se bem que alguns clássicos, quando atualizados, nem valem a pena, como o Bugsy 3D:
Eu até lembro da época dos dois Bugsy originais para Mega Drive e Super Nintendo. Mas essa versão para o PlayStation 1... Não rola, sinto. Isso me lembra da quantidade de lixo que tínhamos na época do Atari e Nintendo 8 bits. Acho que o sucesso do PS1 e 2 acabou trazendo muito disso de volta e, somente por isso, fico grato de ter ficado abstêmio dos videogames nessa época.
E aí eu comecei a recuperar o tempo perdido. Confesso que algumas franquias ainda são um mistério para mim, já que eu pulei do Mega Drive para o PlayStation 3 e PSP (será que sou fanboy da Sony? Pra mim é mais coincidência mesmo :P). Mas nunca deixei de lado meu gosto pelos games antigos, como o Sonic e Mario. Tanto que eu sou um ávido telespectador do canal do Classic Game Room no YouTube, um dos mais hilários e saudosistas produtores de vídeos sobre videogames.
Aqui uma palhinha, embora eu recomende que se tenha bom domínio do inglês:
De qualquer forma, sempre me mantive interessado nos jogos old-school, aproveitando para me inteirar mais com games da época que eu perdi. Agora os já clássicos Super Mario 64, Gran Turismo e até mesmo o God of War já estão na minha lista de favoritos de todos os tempos.
Se bem que alguns clássicos, quando atualizados, nem valem a pena, como o Bugsy 3D:
Eu até lembro da época dos dois Bugsy originais para Mega Drive e Super Nintendo. Mas essa versão para o PlayStation 1... Não rola, sinto. Isso me lembra da quantidade de lixo que tínhamos na época do Atari e Nintendo 8 bits. Acho que o sucesso do PS1 e 2 acabou trazendo muito disso de volta e, somente por isso, fico grato de ter ficado abstêmio dos videogames nessa época.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Escolha seu novo e-mail com carinho
Eu tenho um endereço de e-mail no Gmail muito simples. É tanto que algumas pessoas não entendem quando eu falo, apesar de parecer óbvio. E eu consegui essa façanha porque me cadastrei muito no começo do serviço do Google.
Só que isso me quebra as pernas. Explico: ter um e-mail muito simples o torna também a escolha óbvia de outras pessoas, principalmente aquelas que tenham nome e sobrenome parecidos com o seu. E se você adicionar uma pitada de burrice (pseudo)humana, terá a receita do desastre que é minha caixa de entrada.
Constantemente eu recebo mensagens que obviamente não são para mim. São para um tal de Brian Amaral, um jovem universitário dos Estados Unidos. Ou um outro Bruno, mas do Chile. E você acha que eles se preocupam em consertar o estrago, mesmo após eu avisar que não sou essas pessoas?
Os chilenos são os piores. Eles me incluíram numa lista de conversa que resulta em respostas diárias, sempre com o endereço de TODOS OS CONTATOS inclusos para qualquer um ler. E é claro que eles respondem sempre a todos, criando uma bola de neve.
Como não consegui simplesmente bloquear, eu configurei o e-mail para mandar esses e-mails direto para o Spam. Mas como eu sempre dou uma olhada nessa caixa para não apagar nada que tenha vindo errado, acabo vendo que esse povo ainda continua a me mandar mensagens sobre as eleições chilenas.
Pior ainda é que esses donos de e-mails parecidos com o meu são do pior tipo de usuário - o que coloca seu endereço em qualquer cadastro de site por aí. Resultado: recebo também spam na minha caixa de entrada regularmente.
O filtro do Gmail parece ser ineficaz para mim com uma certa regularidade, ainda mais quando eu mantenho a função de push pelo celular. Na verdade não sei se tem relação, mas enfim...
Portanto, caso você queira fazer um e-mail no R7 (que é um serviço novo) ou em algum endereço recém-aberto, aconselho a não utilizar escolhas óbvias. No meu caso, como já possuo o e-mail há algum tempo, fica complicado de passar a utilizar um novo endereço. Mas me arrependo muito ao ter que lidar com uns 90 spams diários e uma certa ineficiência na prioridade da minha caixa de entrada.
Só que isso me quebra as pernas. Explico: ter um e-mail muito simples o torna também a escolha óbvia de outras pessoas, principalmente aquelas que tenham nome e sobrenome parecidos com o seu. E se você adicionar uma pitada de burrice (pseudo)humana, terá a receita do desastre que é minha caixa de entrada.
Constantemente eu recebo mensagens que obviamente não são para mim. São para um tal de Brian Amaral, um jovem universitário dos Estados Unidos. Ou um outro Bruno, mas do Chile. E você acha que eles se preocupam em consertar o estrago, mesmo após eu avisar que não sou essas pessoas?
Os chilenos são os piores. Eles me incluíram numa lista de conversa que resulta em respostas diárias, sempre com o endereço de TODOS OS CONTATOS inclusos para qualquer um ler. E é claro que eles respondem sempre a todos, criando uma bola de neve.
Como não consegui simplesmente bloquear, eu configurei o e-mail para mandar esses e-mails direto para o Spam. Mas como eu sempre dou uma olhada nessa caixa para não apagar nada que tenha vindo errado, acabo vendo que esse povo ainda continua a me mandar mensagens sobre as eleições chilenas.
Pior ainda é que esses donos de e-mails parecidos com o meu são do pior tipo de usuário - o que coloca seu endereço em qualquer cadastro de site por aí. Resultado: recebo também spam na minha caixa de entrada regularmente.
O filtro do Gmail parece ser ineficaz para mim com uma certa regularidade, ainda mais quando eu mantenho a função de push pelo celular. Na verdade não sei se tem relação, mas enfim...
Portanto, caso você queira fazer um e-mail no R7 (que é um serviço novo) ou em algum endereço recém-aberto, aconselho a não utilizar escolhas óbvias. No meu caso, como já possuo o e-mail há algum tempo, fica complicado de passar a utilizar um novo endereço. Mas me arrependo muito ao ter que lidar com uns 90 spams diários e uma certa ineficiência na prioridade da minha caixa de entrada.
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